domingo, outubro 26, 2003

Revoluções surpreendentes?

Já só faltam dez dias para a estreia mundial de "The Matrix Revolutions". Ainda não tinham reparado? É compreensível. Além de alguns "outdoors" lembrando que tudo o que tem um princípio tem de ter um fim ("slogan" um pouco básico e desnecessário), poucos têm sido os sinais que vem aí o final daquela que é já uma das trilogias mais famosas de sempre. Isto é estranho, comparando com o que aconteceu com "Matrix Reloaded", precedido por uma esmagadora campanha mediática e publicitária que nos fez sentir que vinha aí o dia mais importante das nossas tristes vidas. É certo que nessa altura chegava ao fim um período de quatro anos sem notícias de Neo e a imprensa deleitava-se ao explicar quem eram os velhos e novos tipos de óculos escuros. Mas, mesmo assim, actualmente seria de esperar um pouco mais de atenção e carinho. Por enquanto, Tarantino é o alvo dos holofotes. Quererá isto dizer que seremos submetidos nos próximos dias a um verdadeiro massacre?
Seja como for, as primeiras sessões vão esgotar e a obra será um sucesso comercial (embora talvez não arrasador). Terá sido feito um final em beleza ou baixar-se-á ainda mais o nível (não é que negue o visual absolutamente espectacular de "Matrix Reloaded", longe disso, mas o argumento deixa um pouco a desejar)? Existe, além disso, a expectativa sobre qual dos capítulos finais deste ano chamará mais pessoal às salas escuras: "Revolutions" ou "O Regresso do Rei"?

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