A febre da listagem começa a instalar-se. A selecção furiosa e incontrolável dos melhores filmes, actores, realizadores ou cenas de 2003 iniciou-se e, mesmo antes da cerimónia dos Óscares, dominará a Internet cinéfila. Mas nem todas as longas-metragens que estreiam em Portugal recebem a mesma atenção. Algumas não são capa de jornal, vêem a sua publicidade na imprensa reduzida a um espacinho na edição de sexta-feira (ou quinta-feira, como parece que acontecerá em 2004), recebem atenção escassa ou nula da crítica e, geralmente, ficam em exibição num número reduzido de salas durante duas ou, com sorte, três semanas. Em resumo, quase ninguém dá por elas. A recolha de alguns destes casos é fortemente subjectiva (na Europa, não existem ainda dados sobre receitas de bilheteira a oeste de Badajoz), mas não me parece que (seja isso justo ou injusto), excepto em caso de sucesso no circuito vídeo/DVD (cada vez mais só DVD), muita gente se lembre de incluir estes títulos no seu "top" mais das fitas estreadas em Portugal em 2003:
"Altar", de Rita Azevedo Gomes
"Altos Voos", de Bruno Barreto
"Amores de Verão", de Jim Fall
"Bela Marta", de Sandra Nettelbeck
"Below-Maldição Submersa", de David Twohy
"Blanche", de Bernie Bonvoisin
"Blue Car", de Karen Moncrieff
"O Clube do Imperador", de Michael Hoffman
"Duro Amor", de Martin Brest
"Encontros Fatídicos", de Brian Gilbert
"Encurralada", de Luis Mandoki
"A Filha", de Solveig Nordlund
"A Flor do Mal", de Peter Kosminsky
"Gente Conhecida", de Dan Algrant
"Kangaroo Jack", de David McNally
"Matar o Rei", de Mike Barker
"Os Náufragos da D17", de Luc Moulet
"O Que Uma Rapariga Quer", de Dennie Gordon
"O Rapaz do Trapézio Voador", de Fernando Matos Silva
"Regressão", de Stephen Gaghan
"Relações Imprevistas", de Lisa Cholodenko
"The Touch - O Talismã", de Peter Pau
"Tudo a Roubar!", de Gavin Grazer
quarta-feira, dezembro 17, 2003
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