terça-feira, março 02, 2004

Sono

No rescaldo dos Óscares, repetem-se as manifestações de tédio causado pela monotonia e previsibilidade da cerimónia, descrita por espectadores sonolentos como Nuno Centeio, observador atento do vestuário das actrizes presentes, ou Eurico de Barros, desiludido apenas por Michael Moore não ter sido esmagado na vida real (simpático como sempre...). Sem doses significativas de política ou "gaffes" e dominada pela glória da Nova Zelândia, a cerimónia não motivou mais que meia dúzia de frases. Como será para o ano?
Entretanto, "A Paixão de Cristo" converteu-se num enorme sucesso. Neste momento, a concorrência nas salas americanas não parece ser grande coisa, mas as receitas do filme de Gibson não deixam de causar sensação.

Sem comentários: